Clínica
Psicológica Integrare
Eliana
Guimarães
Sidney
Rosa Cunha
Psicólogos
Clínicos

Síndrome Dolorosa Miofascial
O tratamento da Síndrome Dolorosa Miofascial (SDM), doença facilmente confundida com outros problemas musculares, deve ser iniciado assim que ocorram os primeiros sintomas. Pesquisa da Unifesp vai avaliar a melhor forma de combater essa doença de difícil diagnóstico.
Dor persistente, localizada ou alcançando regiões do corpo, com sensação de peso, fraqueza, cansaço e limitação de movimentos. Estes podem ser os sintomas da SDM e que
freqüentemente são confundidos com lombalgia, cefaléia, tendinite e bursite, entre outros problemas.
A dificuldade em diagnosticar a SDM ocorre porque, de modo geral, os pacientes chegam ao consultório com queixas sobre dor de cabeça, no pescoço, nos ombros ou outras regiões do corpo, muitas vezes acompanhada de sensação de tontura e formigamento dos membros.
Na verdade, a síndrome constitui um amplo grupo de desordens musculares, sendo caracterizada pela presença de pontos hipersensíveis chamados de pontos-gatilho, que provocam dor localizada ou irradiada para regiões específicas do corpo. Sem um diagnóstico rápido e preciso, a doença pode
tornar-se crônica, aumentando a incidência da dor e levando o paciente a inúmeros e frustrantes tratamentos.
Normalmente, os sintomas surgem após um trauma físico, exercício exagerado e estresse muscular prolongado. Fatores endocrinológicos, metabólicos e nutricionais – incluindo deficiência de vitaminas e sais minerais – além de infecções crônicas por vírus ou bactérias podem favorecer o aparecimento do problema e dificultar o tratamento.
O ponto-gatilho desenvolve-se em qualquer músculo do corpo, mas os locais mais freqüentemente atingidos são as regiões do ombro, cervical, dorsal, lombar e nádegas. A dor contínua e persistente limita a
atividade física diária, agrava o “stress” emocional e compromete a qualidade de vida do indivíduo.
Formas de tratamento
Uma vez diagnosticada a SDM, a interrupção do círculo vicioso de dor é alcançada com a inativação do ponto-gatilho, mediante a infiltração local com medicamentos ou a utilização de acupuntura. O tratamento farmacológico pode ser feito com antidepressivos, miorrelaxantes, antiinflamatórios e toxina botulínica.
Exercícios de reabilitação muscular, após o alívio da dor, também são importantes, pois reduzem a possibilidade de reativação do ponto-gatilho e as sobrecargas impostas à capacidade funcional, o que permite a
restauração gradual da atividade física normal.
Segundo a anestesiologista Miriam Bellini, pesquisadora do Ambulatório de Dor, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a SDM ainda precisa ser mais divulgada entre os profissionais de medicina. Segundo a literatura médica, a prevalência da SDM é de 21% dos pacientes na clínica ortopédica, 30% dos pacientes com queixa de dor regional na clínica médica geral e chega a 85% dos pacientes que procuram os centros especializados no tratamento de dor.
Mais de 5% dos pacientes que procuram o Ambulatório de Dor da Unifesp sofrem com a SDM. Em 2004, o
serviço diagnosticou 172 casos de pacientes com a síndrome.
Voluntários
Com a finalidade de comparar duas formas de tratamento para a Síndrome Dolorosa Miofascial – o feito à base de medicamentos e aquele que utiliza acupuntura – o Ambulatório de Dor da Unifesp está recrutando voluntários entre 18 e 60 anos para participar de estudo durante quatro semanas. Os interessados devem entrar em contato com o ambulatório no telefone 5084-7463, de 2ª a 6ª feira, em horário comercial.
Fonte: www.unifesp.br

R. América do Sul, 250 - Parque
Novo Oratório - Santo André - São Paulo

Essa é que é a verdade /
Sem medo de mudar / Máscaras / Carnaval /
Entregue-se ao amor!
Síndrome Dolorosa Miofascial / O mistério
do relacionamento /Por que a vingança é tão doce? /
Poder da validação / Tumores cardíacos /
Os três mundos dentro de mim / Sabedoria na vida /
Deus sabe / Caos, complexidade e 1984 /
Fetichismo / Seja Feliz!